10 fevereiro 2010

Livro de Cavallini sugere o futuro da comunicação

"Onipresente, o terceiro livro de Ricardo Cavallini, fala das mudanças que estão ocorrendo com o consumidor, nas agências, na comunicação. Não apresenta fórmulas mágicas, mas colabora com conhecimento, tão importante nesses tempos empíricos."


Clique na imagem para baixar o livro



CREATIVE COMMONS

Desde crianças, somos ensinados a não julgar um livro pela capa. Entretanto, ao ser apresentada ao Onipresente, essa foi uma atitude que não pude evitar. Não foi, no entanto, a arte minimalista ou o título enigmático – que nas últimas páginas passou a fazer total sentido – que me causaram primeiras impressões fortes, mas sim o modo de licença no qual o livro foi publicado.

Onipresente foi meu primeiro contato com o Creative Commons e sua interessante proposta de levar conteúdo a todos. É um modelo oposto ao que estamos acostumados a encontrar no mercado – e, em geral, em nossa vida – onde predomina a ideia de propriedade. Aqui, a ideia é dividir boas ideias, e um livro publicado sob esta nova ótica, muito mais colaborativa, só pode ter algo interessante a dizer, pensei.

Após as primeiras páginas, tive o sentimento de que o Creative Commons poderia, facilmente, ser objeto de estudo do livro – e, de certa forma, ele é, quando o autor aborda as diversas mudanças na comunicação atual, derivadas das mudanças em nossa sociedade, e vice-versa. De certa forma, pode-se dizer que este novo modelo de publicação é um filhote da internet e do impacto que esta tem na vida das pessoas. Mais do que isso, o Creative Commons reafirma uma forte tendência: as pessoas não buscam mais comprar um conteúdo, devorá-lo e guardá-lo no fundo do armário. Elas querem interagir, repassar, gritar para todos o que pensam sobre aquilo e, mais do que nunca, descobrir o que os outros também têm a dizer.



A TECNOLOGIA E AS MUDANÇAS SOCIAIS

Um dos assuntos mais interessantes abordados pelo livro trata da evolução tecnológica, como o surgimento da internet, celulares, jogos e outros aparelhos e serviços indispensáveis atualmente; e a paralela transformação social que assistimos nas últimas décadas, principalmente no que diz respeito ao consumo, à atenção e à comunicação.

Não é por acaso que todas essas mudanças vêm ocorrendo ao mesmo tempo. Como uma bola de neve, a evolução tecnológica cria novos meios de se comunicar, mudando a relação das pessoas com o mundo que as cerca e com elas mesmas. A sociedade acaba, por sua vez, demandando tecnologias ainda mais novas, que preencham suas necessidades e desejos mais futuristas. Assim, um fato alimenta o outro, e um grande ciclo é formado.

É importante destacar, citando o autor do livro, que “a tecnologia é apenas um suporte para potencializar a mudança”. O crescente número de redes sociais, de comunidades em torno de assuntos comuns, a troca de conteúdo e a interação que encontramos na internet não são frutos únicos da tecnologia, são tendências humanas que verificamos também – e originalmente – fora do ambiente digital.



A GERAÇÃO Z

Os jovens que nasceram na década de 1990 possuem características extremamente peculiares. Nascidos em um ambiente totalmente tecnológico, não conhecem o mundo sem internet, celular e controles remotos. Acostumados desde cedo a controlar os gadgets mais modernos e desejados de nossa sociedade, aos 10 anos já dão um banho em qualquer adulto quando o assunto é tecnologia. Aquele executivo do alto escalão de uma multinacional não conhece nem metade dos aplicativos para internet e celular que seu filho maneja de olhos fechados.

Em contraponto, o excesso de informação, de estímulos, de interação e de veículos de comunicação é responsável por outra forte característica da chamada Geração Z. Ainda que sejam capazes de lidar com os mais diversos e os mais avançados aplicativos, é raro que consigam se aprofundar e manter uma relação íntima com algum deles. Esses jovens fazem um milhão de atividades ao mesmo tempo: assistem a um vídeo no Youtube, conversam no MSN Messenger, estudam para uma prova, ouvem música, fazem downloads de jogos e enviam um SMS para um amigo. Mas, geralmente, grande parte dessas interações acontecem de forma superficial.

Além disso, suas agendas costumam ser tão cheias quanto à de um adulto. Seus dias são preenchidos por atividades de todos os tipos, e, sempre com pressa, sentem desde cedo a pressão de não ter tempo a perder. Com isso, sua atenção torna-se totalmente fragmentada, dividida entre tantas mídias e estímulos diferentes, e sua tolerância a dedicar tempo a algo que não tenha tanta relevância é praticamente nula, o que significa um grande desafio para o profissional de comunicação.



UM PROBLEMA DE MÍDIA PARA TODOS

Não é apenas a Geração Z que possui tais características. Sem dúvida, a fragmentação da atenção é muito intensa para esse jovens, mas toda a sociedade hoje é bombardeada por uma quantidade gigantesca de mensagens de todos os tipos, o tempo todo. Desde meados de 1990, quando entramos na 5ª onda da publicidade no Brasil - marcada pela transição do analógico para o digital, tendo a internet como tecnologia de ruptura – a quantidade de veículos de massa cresceu assustadoramente. Com isso, aumentaram também as opções de entretenimento – salas de cinema, canais de TV aberta e fechada, títulos de jornais e revistas, websites e games, só para exemplificar. Os profissionais de comunicação, até então acostumados à fórmula perfeita e certeira da TV aberta, ou, no máximo, a um anúncio de página simples em revista de grande circulação, começaram a perceber que as regras do jogo estavam mudando.

Como atingir um consumidor que não está mais presente em apenas um tipo específico de veículo, em determinado horário, todos os dias? Como disputar com tantas mensagens, publicitárias e não publicitárias, e, principalmente, com o grau de interação proposto pela internet? Os profissionais de comunicação perceberam que a partir desse momento seria muito mais trabalhoso atingir o consumidor de forma impactante. O chamado Below The Line começou a ganhar espaço, e, de patinho feio da comunicação, tornou-se objeto de desejo de anunciantes de todos os portes. Ao passo que os veículos de massa buscam cada vez um nível maior de interação, e os meios interativos começam a atingir uma audiência de massa, os termos BTL e ATL acabam fundindo-se, criando um novo conceito: Through The Line (TTL).

Tornou-se importante, mais do que nunca, conhecer profundamente o consumidor. Em um ambiente tão saturado de informações e atenções tão fragmentadas, o diferencial é a mensagem, e não o meio. Se a mensagem for adequada, desenvolvida sob medida para o perfil que se busca atingir, a escolha dos meios será apenas uma conseqüência, uma parte da mensagem, e tem grandes chances de funcionar.

Não se trata de comparar a importância da mensagem ou do meio para uma campanha, trata-se de interação, de processo. Sem dúvida, ambos são essenciais para que os objetivos sejam atingidos. Mas ao escolher determinados veículos, ainda que estes possuam grande afinidade com o público-alvo, antes de pensar em uma mensagem pertinente e relevante, pode simplesmente não funcionar. Cada veículo deve ser pensado como uma oportunidade de potencializar a mensagem total. Mensagem e meio devem andar juntos, muito juntos, a ponto de não ser possível separar suas estratégias.

Dessa forma, é natural que o profissional de mídia seja, cada vez menos, o único responsável pela escolha das mídias e veículos. Primeiro, porque ele foi formado como um negociante de atacado, e essa fórmula não funciona mais. Segundo, porque com a atual importância da mensagem, não é mais possível separar o desenvolvimento criativo, o conceito de uma campanha, da escolha da mídia. Essas decisões precisam ser desenvolvidas em conjunto, e, para isso, o profissional de mídia precisará da ajuda de profissionais com diferentes especializações, principalmente do departamento de criação.

Em um Plano de Mídia 360 graus ideal, o consumidor deve ser pensado como único. É essencial ter em mente que, independente dos veículos escolhidos e estratégias utilizadas, todos os pontos de contato com a marca contribuirão, de forma positiva ou negativa, para que a mensagem final seja transmitida. Até mesmo a escolha de uma marca por não transmitir qualquer mensagem será entendida pelo consumidor como mensagem. Cada veículo, portanto, tem que ser entendido como uma pequena pecinha, uma parte do todo. Se ele estiver em descompasso ou transmitindo um conteúdo diferente do restante da campanha, será gerado um ruído que atrapalhará o entendimento do consumidor.

Também deve-se atentar para que cada veículo seja explorado no que oferece de melhor. Por exemplo, a TV oferece um rico recurso audiovisual, enquanto o rádio pode ser utilizado para estimular a imaginação do consumidor. Já a internet, oferece interação, enquanto um game oferece diversão e utilidade. Resumindo, não faria sentido utilizar a TV com o intuito de gerar interação e experiência com a marca, ou usar o rádio para apresentar as características físicas de um novo produto. Como um organismo, cada veículo deve desempenhar sua função, sempre transmitindo a mesma mensagem.



PROGNÓSTICO

No acelerado ritmo de desenvolvimento tecnológico em que vivemos e com a crescente demanda por gadgets cada vez mais avançados, é provável que a quantidade de mídias e veículos continue aumentando cada vez mais. Com isso, tendo em vista que o dia continuará tendo as mesmas 24h, a atenção das pessoas será cada vez mais fragmentada.

A publicidade, que hoje já disputa os precisos minutos de seus consumidores com pessoas comuns sentadas atrás de telas de computador e gerando conteúdo, passará também a competir com todo e qualquer objeto do dia-a-dia. É provável que, em um futuro não muito distante, tudo esteja conectado o tempo todo: pessoas a pessoas, objetos a objetos e pessoas a objetos. Ironicamente, a tecnologia que, para alguns, separava as pessoas, vai unir o mundo como nunca foi visto.

Se hoje os profissionais de comunicação precisam repensar seus métodos de produção, principalmente dentro das agência, no futuro eles serão forçados a fazê-lo, para sua própria sobrevivência. Qualquer coisa poderá ser uma nova mídia interativa, até mesmo objetos analógicos, e será cada vez mais difícil de encontrar o consumidor.

Seguindo essa mesma lógica, será também cada vez mais complicado traçar uma estratégia de comunicação certeira, prometer e medir resultados. Mas, por outro lado, quanto maior o risco, maior a possibilidade de um alto retorno. Se essa nova e complexa realidade for devidamente estudada e compreendida, as possibilidades de atingir ótimos resultados serão imensas. Como dito antes, tudo poderá ser uma mídia, e, portanto, tudo poderá ser visto como mais uma oportunidade de impactar o consumidor. Basta que a mensagem seja estrategicamente bem desenvolvida, relevante e sem ruídos. E, é claro, vista um excelente disfarce.



Para quem se interessar, é possível fazer o download do livro Onipresente, de Ricardo Cavallini, gratuitamente clicando aqui.



Creative Commons License
Livro de Cavallini sugere o futuro da comunicação by Gabriela Sifuentes is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 3.0 Brasil License.
Based on a work at www.onipresentelivro.com.br.

09 fevereiro 2010

Buzz: novo serviço do Google integra redes sociais ao Gmail



O Google anunciou hoje o lançamento do Buzz, um novo serviço que integra redes sociais em uma área especial dentro do Gmail. O Buzz também vai funcionar em celulares, como iPhone e Android.

Via Terra.

26 janeiro 2010

O canto intelectual da Campus Party

Até achei engraçado não ler nada sobre a Campus Party por aqui. Apesar que eu também tava marcando bobeira e só descobri há poucas horas que ela tá rolando agora. Então, pra começar com o lead jornalístico:

Campus Party 2010 - de 25(ontem) a 31 de janeiro.

Bem, se você é tecnófilo o recado já está dado: seu corpo e seus gadgets naturalmente gravitarão em direção ao Centro de Exposições Imigrantes. Mas se você não é tecnófilo, que é o meu caso, meu convite é especialmente para você. Nem encane com a presunção da palavra "intelectual" no título desse texto, mas o fato é que o tema Internet tem muito assunto para quem curte história, psicologia, sociologia, filosofia, e é claro, comunicação - e que não faz ideia de como mandar um email por celular. Acho que é saudável gente querendo falar de Internet nesse sentido, principalmente fora do meio acadêmico, onde essas referências estão bem mais tímidas. Pense na quantidade de vezes que você já ouviu falar em redes sociais, comunidades virtuais, web 2.0, blogs - você faz alguma ideia da onde cada um desses termos surgiu? E nem quero dizer que é incompetência da sua parte: a origem e os conceitos de alguns deles estão pouco presentes nas pautas informativas.

Por isso, aos interessados, recomendo fortemente um debate da Campus Party que vai ser papo inteligente - BLOG Debate: Cibercultura e pesquisas sobre blogs e conversações online. O que me dá essa fé é a presença de André Lemos na mesa, talvez a sumidade brasileira em cibercultura. Sandra Montardo também desenvolveu estudos sobre netnografia, coisa séria. Se as questões levantadas forem boas, acho difícil sair bobagem dali.

Esse debate vai começar amanha, mas parece que o quente mesmo vai ser na quinta. Deem uma conferida aqui e no blog da Campus Party.

E bença!

*Recomendações:

Cibercultura - André Lemos

Apresenta com forte embasamento histórico e sociológico como se deu a mediação das relações pela internet e as implicações sociais disso. É um livro que põe o pé no chão e explica muito sobre o que é cibercultura, além de temas relacionados, como movimento cyberpunk, sexo virtual, e outros.





Cibercultura - Pierre Lévy

Esse aqui já seria a sumidade internacional no assunto, entendem? Mas independente disso, eu tenho a impressão de que o efeito deste livro é o contrário do de Lemos - enquanto o anterior põe o pé no chão, esse tira. Não por apresentar um ponto de vista contrário, mas o tom que Lévy fala é quase poético, bem melhor para divagações sobre o papel da Internet, Internet na arte, na política, e assim vai.

E esse você consegue ler um pouco na própria web, aqui.

05 janeiro 2010

A Maravilhosa Experiência Livre e Deficiente



Debout sur le Zinc é uma banda francesa, difícil de enquadrar em algum estilo - tendência de muita coisa boa que se tem feito por aí. A Wikipédia até tenta rotular, dizendo que é uma mistura de música francesa com música irlandeza, rock, klezmer, gypsy jazz (jazz cigano), tango e valsa. Dá pra ter idéia do som?

Descobri a banda brincando de descobrir música boa de outros países (atividade excitante com tendências ad infinitum, alerto). Na profusão de um sem-número de ferramentas (allmusic, skreemr, last.fm, wikipedia, isohunt), a ideia é ir separando o joio do trigo (via gosto - o parâmetro mais excelente que já inventaram), buscando sempre uma experiência válida e concreta com cada banda. Ocorre que, buscando a referência da referência da referência da referência, a experiência se torna mais pura, pois há pouquíssimos valores - além do som em si - relacionados com a banda. A experiência acontece dentro de um contexto mínimo - não se conhece a proposta do grupo musical, ou uma eventual roupagem adotada, rótulos ou estilos -, o que permite que a música soe mais alta do que outros potenciais parâmetros de julgamento e contemplação.

Quem gosta de baixar coisa nova sabe do que eu tô falando. Nossa posição como caçador de tesouros é ativa; digo, a banda não vem até a gente, mas a gente vai até ela, e pra isso é imprescindível que ela exista em quantos espaços virtuais forem possíveis. E ouvir pela primeira vez um banda recém baixada, da qual não se sabe nada além do nome, apenas deixando-a escorrer pelo tempo e pela sala, é das coisas mais gostosas de se fazer. Entretanto, esse deslocamento contextual nos deixa nus dentro de um universo experimental que, por vício ou virtude, se relaciona frequentemente com valores periféricos, como os estimulos visuais da identidade gráfica e do figurino dos músicos; a identificação com o perfil do fã-comum; opniões da crítica especializada e dos formadores de opnião; e os demais símbolos e signos que giram em torno do objeto. Exponho, por absurdo que soe: é possivel experimentar uma banda sem mesmo ouvir suas músicas.

O que quero dizer é que a internet nos propõe experiências mais puras (livres de valores orbitantes) do que as que temos fora dela - e talvez, por causa disso, experiências menores, deficientes. Não falo apenas de música, mas de literatura, artes plásticas, o que quer que seja. Exemplifico: ler uma poesia, no blog Maná Zinabre, do Leo Curcino ou do Heyk Pimenta e vê-los falar a mesma poesia num sarau são experiências distintas, que vão criar impressões e entendimentos diferentes. No blog têm-se uma identidade gráfica, uma proposta coletiva bastante aberta e a possibilidade de diagramação no texto. No sarau vemos a cara do sujeito, sua roupa, o tom de sua voz, as flexões e as gaguejadas, a reação da platéia; ali ele está inserido num contexto onde há iguais, e relacionamento com esses iguais; há o sotaque goiano do primeiro e o mineiro do segundo. A cabeleira cacheada, o modo sedutor e o sorriso sem-vergonha do segundo, assim como o jeito tímido e sincero do primeiro, dotado de um "quê" indígena (e algo feminino, sem duvidar de toda macheza) nas feições. Todo esse trem periférico - esse anel planetário - se mescla com a poesia que é dita e forma um só corpo, uma só existência.

De nós, experimentadores de primeira mão (já que somos a primeira geração que creceu com a coisa-internet), surge um modo novo de entender, processar e interpretar o mundo. Aliás, é desse mundo, de experiências virtuais e não-virtuais, puras e deficientes ou saturadas de valores periféricos, que a gente tira a matéria prima e cria valores pra fazer o que a gente tem chamado de vida. Não é?



Texto originalmente escrito para a coluna do dia 1 da revista-blog Maná Zinabre.

28 dezembro 2009

Este Troller é seu?

No dia 8 de dezembro, os paulistanos enfrentaram a maior enchente do ano. E, dentre as dezenas de reportagens sobre os problemas decorrentes, uma se mostrou de grande importância para a Troller.
O jornal “Record Notícias” mostrava, ao vivo, o caos que a cidade de São Paulo estava vivendo, até que um motorista dirigindo um Troller resolveu enfrentar as águas. Ninguém acreditava que ele fosse conseguir, nem mesmo a repórter.
Essa demonstração de potência virou uma ação de marketing de oportunidade para a marca. Com isso a Troller criou o hotsite http://www.troller.com.br/motorista/ para encontrar o motorista que realizou essa loucura (não recomendada pela empresa).

22 dezembro 2009

O verdadeiro herói



Pessoal,

Separei para vocês um vídeo especial.

Sei que nessas épocas do ano ficamos mais introspectivos, pensando no nosso ano e conseqüentemente lembramos de fatos e/ou pessoas que foram relevantes nele...

Dessa maneira gostaria de fechar o ano enviando um vídeo de um verdadeiro herói! (demora um pouco para baixar, mas é sensacional!)

Dica do Edu Buon Vivant.

09 dezembro 2009

Site Blues Maker

Descobri através de uma amiga esse interessante site no qual você pode "fazer" o seu próprio Blues, montando os versos da música e escolhendo trechos da gaita (harmonica), em cada parte da música. Há diversas formas de você fazer a sua própria canção. O site é bacana e propõe uma boa interação com as pessoas. Para quem gosta do estilo vale a pena conferir. Seja o próximo Charlie Musselwhite!

Ação anual por 500 dólares

A McCann de Israel mostrou como grandes ideias podem gerar ótimas camapanhas com baixo oraçamento. Com apenas 500 dólares os caras criaram uma ação on line para uma ótica chamada Opticana. Vale a pena confirir:
http://adsoftheworld.com/media/online/opticana_eyewear_mistyped_domains

Abraços!

08 dezembro 2009

Jovem Cult

Viral criado para o energético Cult:
http://www.youtube.com/watch?v=4XZ-77kDkBY
Muito bom.
abraços!

06 dezembro 2009

Starbucks - campanha de mídia

Ontem a Starbucks inicou a maior campanha de mídia já vista no Facebook.

A iniciativa visa celebrar a entrada da marca no projeto RED (fundo global de combate a Aids no continente africano).

No dia 7 de dezembro (segunda-feira), a empresa vai reunir diversos músicos para cantar, simultaneamente, “All You Need Is Love” dos Beatles, tendo transmissão ao vivo do site StarbucksLoveProject.com.

Com isso, a Starbucks convida também as pessoas a participarem, gravando suas próprias versões da música e enviando para o projeto. Para cada envio, a Starbucks irá fazer uma doação para a (RED).

A campanha no Facebook irá atingir 16 países, sendo que os anúncios do Love Project serão exibidos nas primeiras cinco vezes que cada usuário, desses países, fizerem o log in no Facebook.

02 dezembro 2009

Entrevista Fernanda Romano

Em entrevista ao Reclame da Multishow, Fernanda Romano - Dir. Criativa Digital Global da EURO RSCG/Londres - falou sobre a propaganda brasileira na Internet e a causa do resultado ruim na categoria Cyber das agências nacionais no Festival de Cannes desse ano.
No diagnóstico feito por ela, criticou a separação de departamentos on e off nas agências e afirmou que para evoluirmos nessa área precisamos focar em conceitos fortes também para a Internet.
Para quem está começando mandou um alerta, segundo ela um estudante que apresenta uma pasta sem nada de Internet deveria ter vergonha, enfatizando a importância dessa área para as novas gerações.
Confira a entrevista na integra:

Parte 1 (a diferença entre trabalhar no exterior e no Brasil)
http://www.youtube.com/watch?v=f55e7rg8a6M&feature=related

Parte 2 (a questão da Internet)
http://www.youtube.com/watch?v=VLSIPdQtoGM

Abraços!

01 dezembro 2009

World of a Intern

Para os admiradores de uma das agências mais premiadas do mundo, a Crispin Porter + Bogusky, responsável por grandes cases, como o Whooper Freak Out, aí vai um video institucional bacana que os criativos da agência fizeram.
http://www.youtube.com/watch?v=kcyZhe2RnQk

Abraços!

Ação da Emirates Airlines no cinema

A ação foi criada pela Leo Burnett para a Emirates Airlines. A ação basicamente "transformava" o cinema em um interior de um avião. Para divulgar as opções de entretenimento e conforto do Emirates ICE foram usadas duas salas de cinemas de São Paulo - Cinemark do Shopping Villa Lobos e Market Place, usando assim suas poltronas confortáveis.


Vale a pena conferir essa ação simples (que gerou experiência entre as pessoas), porém criativa realizada aqui em São Paulo.

25 novembro 2009

Comercial Guinness

Confira o novo comercial da Guinness.

A criação foi feita pela BBDO New York, com produção da MJZ.

O comercial é bem produzido, já que fazem o pint da Guinness atravessar uma cidade até chegar na mão de uma pessoa, sem derramar nada.

Vale a pena conferir!

24 novembro 2009

34° anúario

Ontem rolou a cerimônia de entrega do 34° Anuário do CCSP. O anuário está bem bacana, com algumas surpresas. A peça que disputou o Grand Prix em print da DM9 esse ano em Cannes (LatinStock – Leão de Ouro) ganhou “apenas” anuário segundo os jurados do Clube.
Entre as peças de integradas o case da JWT para a Coca-Cola que comparava Biro-Biro ao Maradona levou ouro, seguido por dois cases da F/Nazca, “Corintiano Roxo” e “Código Redondo”, prata e bronze respectivamente. Vale a pena conferir.
Em Internet não tivemos nenhum ouro esse ano, a ação melhor colocada foi feita pela JWT para o Ford KA que ficou com a prata, segue o link do site em inglês: http://www.itsclicktime.com/2008/fordka/website/

Abraços!

22 novembro 2009

Reclame por um mundo melhor

O programa reclame da Multishow fez um desafio para dez agências brasileiras: ajudar a conscientizar as pessoas sobre o aquecimento global.
A maioria das agências fizeram filmes bacanas para o projeto, mas a equipe de Jader Rossetto preferiu não usar as mídias tradicionais ao criar uma campanha na web, envolvendo algumas coisas que a gente tem nas aulas:
http://www.youtube.com/user/toshrecl#p/a/3DFB502EA7F0CD76/2/mAd4u603RSk


Dentre os filmes, o que eu achei mais bacana foi o da agência Ponto de Criação: http://www.youtube.com/user/toshrecl#p/c/3DFB502EA7F0CD76

Se vocês quiserem ver outras campanhas feitas para esse projeto acessem o canal do reclame no You Tube e vejam o que agências como Y&R, Fischer, Wunderman e Age pensaram para resolver esse grande problema:
http://www.youtube.com/user/toshrecl

Abraços!

19 novembro 2009

STUDY: Most Fortune 100 Companies Don

STUDY: Most Fortune 100 Companies Don’t Get Twitter

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Deu no mashable.com, estudo com as 100 maiores empresas listadas pela revista Fortune, ainda não dominam
o uso do twitter de forma profissional, constante e direta com seus consumidores.
tá em inglês, mas você não vai deixar de dar uma espiada, vai?
[ ]'s
Renato Mader

Campanha Instantânea

Já algum tempo no ar, o guru de mídia online, Pai Pop Up resolve todos os seus problemas!

Pensando em investir naquela campanha digital para a sua marca, mas não sabe como? Não se preocupe, ele te ajuda.

Basta que você diga qual é a sua verba. Então, ele joga os búzios e encontra as melhores soluções pra você. Banners, realidade aumentada, bluetooth... Ele, realmente, veio pra resolver!

O Pai Pop Up também tem Twitter e perfil no facebook.

Bem divertido, vale a pena conferir!


Criado pela Gringo